Todo Apoio a Chapa “Unificados” para o Grêmio do Colégio Estadual Adauto Bezerra – Fortaleza/CE

Cerca de 40 estudantes do Colégio Adauto Bezerra (Fortaleza-CE) estão se mobilizando em torno da Chapa Unificados para o Grêmio Prof. Dantas Machado querendo melhorar os rumos do movimento estudantil da escola e da cidade de fortaleza. Luta por infra-estrutura pra escola, melhorias na qualidade do ensino e combate a homofobia, ao machismo e ao racismo são algumas das propostas da chapa que está mechendo com o cotidiano da escola.

Reunião de formação da Chapa Unificados

O Coletivo Barricadas Abrem Caminhos está apoiando esta importante iniciativa de uma juventude que sabe da importância do movimento secundarista para a educação brasileira. Conheça melhor a chapa e apoie você também!

Blog da chapa: http://chapaunificados.wordpress.com/

Clique AQUI para visualizar o material de campanha da chapa Unificados!

Todo apoio à ocupação Vida Nova – Bom Jardim, Fortaleza – CE

Fortaleza é hoje palco de uma das mais acirradas lutas por moradia no Brasil, de um lado famílias que não tem um teto próprio para morar, do outro uma burguesia que não se cansa de acumular mais lucros através da especulação imobiliária. Estima-se que hoje cerca de 55% das famílias fortalezenses não tem casa própria para morar. Enquanto isso só para as obras da Copa do Mundo de 2014 cerca de 15 mil famílias serão removidas para atender as necessidades da expansão de infraestrutura para o megaevento e para saciar a sede de higienização da cidade por parte da especulação do setor imobiliária e da burguesia da cidade.
É nesse confronto que surge um povo forte que na resistência aos ataques dos poderosos afirmam a sua em defesa de uma moradia de qualidade que dê condições realmente dignas de vida. Um desses exemplos é o povo da mais nova ocupação urbana da cidade, a ocupação Vida Nova.
Esta ocupação é hoje construída por cerca de 200 famílias na região do Bom Jardim, periferia de Fortaleza. A região que é tida na mídia como uma das mais “perigosas” da cidade é o local da resistência de trabalhadores e trabalhadoras que na falta de um local para morar e na impaciência de esperar a boa vontade dos governos resolveu ocupar o terreno e erguer suas próprias casas, fazer sua própria história.
Mas desde o último dia 14 que a PM vem pressionando a comunidade ocupada. Neste dia a PM ocupou um terreno ao lado numa, segundo eles, ação de resguardo, já que o terreno pertence ao estado e não ao mesmo dono do terreno da ocupação Vida Nova. Porém sabemos que ação vem no intuito de amedrontar a comunidade e mostrar a capacidade do aparato repressivo do estado que vem sempre em favor da especulação imobiliária.
Há semanas militantes da Associação Comunitária “Comunidade em Luta” da Granja Portugal, bairro da região, e do Movimento Livre – Movimento de juventude que atua na região – vem atuando em conjunto com os moradores da Vida Nova para ajudar na estruturação da ocupação. Outro movimento importante da cidade o Movimento dos Conselhos Populares – MCP – já foi prestar solidariedade e apoio ao moradores. Mas a situação agora é de necessidade da maior solidariedade e divulgação possível da ocupação, para que esta não seja mais uma a contar a história da repressão à luta por moradia no Brasil, assim como tem sido a Comunidade do Pinheirinho, em São Paulo, que revelou ao Brasil a que interesses servem os governos e o judiciário brasileiros.
Nós do Barricadas estamos apoiando a causa do povo da Vida Nova.
É de extrema importância ações de solidariedade, apoio e divulgação à comunidade.
Para quem pode contribuir de alguma forma, entrar em contato com: Angeline (85) 86582453 - Técio (85) 87449980.
Toda apoio a luta por moradia!
Expropriação dos terrenos da especulação imobiliária já!
Todo apoio a resistência da ocupação Vida Nova!

Tese ao Encontro Nacional de Mulheres da FENED

Todo apoio a luta pela Educação Pública

*Por André de Morais

Sofremos historicamente em escala municipal, estadual e nacional, um sucateamento na educação pública desde o ensino fundamental até o superior. Enquanto estudante do ensino superior percebo o quanto sofremos nas mãos de um estado que preza por somente uma classe, esta que é a “mais abastada”, a burguesia.

O ano de 2011 foi marcado por alguns protestos ao redor do Mundo, como o exemplo da queda de regimes ditatoriais em históricos levantes populares no Egito e na Líbia, o início de uma queda no império capitalista Europeu em uma crise que atinge a todos, segundo a configuração neoliberal que tomam nossos governos neste período. Ainda trazendo para um recorte nacional, fomos marcados por greves em diversas instituições de ensino público, como a greve dos professores do ensino fundamental e médio no Nordeste ou as ocupações em reitorias como na Universidade Federal do Paraná e na Universidade Estadual de Maringá.

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Nota sobre o novo sistema de ônibus circulares na USP do Rompendo Amarras (Barricadas e Domínio Público)

Quando as e os estudantes da Universidade de São Paulo decidiram entrar em greve contra a presença da Polícia Militar nos campi, a Reitoria, o Governo do Estado e a imprensa corporativa alinhada a eles decretaram confiantes que a USP deveria ser tratada como qualquer outro lugar, ou seja, seria obrigada a se submeter ao controle militar imposto ao restante da cidade de São Paulo. A autonomia universitária, naquele momento, foi taxada como privilégio.

Desde então, os estudantes resistem e lutam pela implementação de um projeto de segurança e de relação com a cidade de São Paulo adequado ao projeto de uma universidade realmente pública. Uma universidade sem muros, fundada na convicção de que a autonomia necessária para cumprir seus objetivos só é possível se ela estiver a serviço e em permanente contato com a população trabalhadora que a sustenta.

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Moção de repúdio contra o veto da presidenta Dilma ao comercial do Ministério da Saúde voltado à populaçãoLGBT

O Coletivo Barricadas Abrem Caminhos vem por meio deste repudiar a atitude preconceituosa do Governo brasileiro representado pela Presidente Dilma Rousseff, que censurou o primeiro vídeo que tratava da campanha de prevenção da AIDS entre gays, divulgado no site do Departamento Nacional de DST/AIDS, demonstrando a HOMOFOBIA INSTITUCIONAL deste governo.

No dia 02 de fevereiro de 2012 o Ministério da Saúde divulgou os primeiros vídeos da campanha de combate a AIDS/DST para o carnaval de 2012, dentre esses um protagonizado por um casal de homossexuais namorando e trocando carícias, sem beijos, surge uma fada com uma camisinha e a oferece para os rapazes citando o slogan da campanha. Ao que tudo indica, ao tomar conhecimento do teor do vídeo a bancada evangélica pressionou o Governo Federal que censurou o tal vídeo, taxando como impróprio para ser apresentado nas TV aberta do País, demonstrando o alto grau de preconceito institucional. O filme dos rapazes foi substituído por outro informativo, divulgado em 14 de fevereiro de 2012, que cita o crescimento da epidemia entre jovens gays nos últimos 12 anos, sem qualquer outra alusão a prevenção entre homossexuais.

Reverteremos esse aumento com mobilização! Ato contra o aumento da tarifa do transporte em Aju (SE)

Algumas palavras do povo Guarani Kaiowá no MS

Os últimos 8 anos foram duros para o povo Guarani Kaiowá. Foi neste período que mais de 260 indígenas foram mortos. E quando o ritmo de demarcação das terras diminuiu. Os índios da aldeia Laranjeira Nhanderú, localizada no município de Rio Brilhante, em Mato Grosso do Sul, foram despejados três vezes de suas terras por ordem da Justiça e ficaram um ano e sete meses na beira da estrada. Por vezes, pistoleiros precedem a chegada da Polícia Federal e da Funai, tocando fogo na aldeia.

Fábio Nassif

Maior número de indígenas assassinados no país. Essa é uma marca do estado do Mato Grosso do Sul, governado por André Puccinelli (PMDB). O último relatório do Cimi (Conselho Indigenista Missionário), de 2011, elenca além das mortes e tentativas de morte, “as expulsões de suas terras, a exploração, o envenenamento, a fome, a mortalidade infantil por desnutrição e doenças curáveis, as vítimas do alcoolismo, do racismo, da escravidão, do suicídio, tudo inserido num contexto de violência institucional e guerra”.

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PROCURANDO UMA UNIVERSIDADE CARA? A PUC-SP É SIM SUA MELHOR ESCOLHA

Ah, a universidade… todo um mundo novo a se explorar, milhares e milhares de novas expectativas: novas amizades, novos aprendizados, festas e dentre outras tantas, de que a universidade nos forme enquanto pessoas melhores do que somos. Mas é aquela velha história, as coisas nunca são como esperamos. E aí nos desesperamos, ficamos em choque e sem saber o que fazer, certo? É nesse sentido que o movimento estudantil se propõe a trocar uma ideia com vocês que agora são estudantes da PUC-SP.

Sim, sim a universidade é o lugar para nos tornarmos pessoas que não engolem qualquer historinha que lhes contem, que não querem ser apenas mais um funcionário, feito sob medida para as escrivaninhas das grandes empresas, aqui estão pessoas que se propõe a refletir sobre o mundo que os cerca. Mas nem tudo é um mar de rosas. A PUC vem abandonando pouco a pouco sua história, perdendo todo esse potencial e se tornando apenas mais uma etapa em nossa vida para termos um diploma e uma “vida digna”. E cá entre nós, se o estudante perde o direito de ser um dos protagonistas nas decisões sobre os rumos da sua própria universidade, esta perde a sua própria razão de existência.

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Panfleto do Rompendo Amarras (Barricadas e Domínio Público) para os calour@s da USP

Calour@, seja bem-vindo à Universidade de São Paulo. Nós, do Rompendo Amarras, somos estudantes dos coletivos Domínio Público e Barrricadas Abrem caminhos, militamos em defesa da educação pública. É sabido que as universidades de todo o Brasil enfrentam os mais diversos problemas e na USP não é diferente.

Entendemos que a educação não deve ser encarada como mercadoria, mas como um direito de toda a população. Sendo assim, não bastam universidades públicas, de qualidade e sem mensalidades com o ensino médio e básico precarizados como eles se encontram hoje em dia. Da mesma forma, não adianta entendermos uma universidade como pública somente pela ausência de mensalidades.Uma universidade pública deve ter função social (seu ensino e pesquisa devem estar voltados para as demandas da sociedade e não do mercado), deve estar em contato permanente com o restante sociedade (através da extensão universitária.

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