Todo Apoio a Chapa “Unificados” para o Grêmio do Colégio Estadual Adauto Bezerra – Fortaleza/CE
Cerca de 40 estudantes do Colégio Adauto Bezerra (Fortaleza-CE) estão se mobilizando em torno da Chapa Unificados para o Grêmio Prof. Dantas Machado querendo melhorar os rumos do movimento estudantil da escola e da cidade de fortaleza. Luta por infra-estrutura pra escola, melhorias na qualidade do ensino e combate a homofobia, ao machismo e ao racismo são algumas das propostas da chapa que está mechendo com o cotidiano da escola.
O Coletivo Barricadas Abrem Caminhos está apoiando esta importante iniciativa de uma juventude que sabe da importância do movimento secundarista para a educação brasileira. Conheça melhor a chapa e apoie você também!
Blog da chapa: http://chapaunificados.wordpress.com/
Clique AQUI para visualizar o material de campanha da chapa Unificados!
Todo apoio à ocupação Vida Nova – Bom Jardim, Fortaleza – CE
Todo apoio a luta pela Educação Pública
*Por André de Morais

Sofremos historicamente em escala municipal, estadual e nacional, um sucateamento na educação pública desde o ensino fundamental até o superior. Enquanto estudante do ensino superior percebo o quanto sofremos nas mãos de um estado que preza por somente uma classe, esta que é a “mais abastada”, a burguesia.
O ano de 2011 foi marcado por alguns protestos ao redor do Mundo, como o exemplo da queda de regimes ditatoriais em históricos levantes populares no Egito e na Líbia, o início de uma queda no império capitalista Europeu em uma crise que atinge a todos, segundo a configuração neoliberal que tomam nossos governos neste período. Ainda trazendo para um recorte nacional, fomos marcados por greves em diversas instituições de ensino público, como a greve dos professores do ensino fundamental e médio no Nordeste ou as ocupações em reitorias como na Universidade Federal do Paraná e na Universidade Estadual de Maringá.
Nota sobre o novo sistema de ônibus circulares na USP do Rompendo Amarras (Barricadas e Domínio Público)
Quando as e os estudantes da Universidade de São Paulo decidiram entrar em greve contra a presença da Polícia Militar nos campi, a Reitoria, o Governo do Estado e a imprensa corporativa alinhada a eles decretaram confiantes que a USP deveria ser tratada como qualquer outro lugar, ou seja, seria obrigada a se submeter ao controle militar imposto ao restante da cidade de São Paulo. A autonomia universitária, naquele momento, foi taxada como privilégio.
Desde então, os estudantes resistem e lutam pela implementação de um projeto de segurança e de relação com a cidade de São Paulo adequado ao projeto de uma universidade realmente pública. Uma universidade sem muros, fundada na convicção de que a autonomia necessária para cumprir seus objetivos só é possível se ela estiver a serviço e em permanente contato com a população trabalhadora que a sustenta.
Moção de repúdio contra o veto da presidenta Dilma ao comercial do Ministério da Saúde voltado à populaçãoLGBT
Algumas palavras do povo Guarani Kaiowá no MS
Os últimos 8 anos foram duros para o povo Guarani Kaiowá. Foi neste período que mais de 260 indígenas foram mortos. E quando o ritmo de demarcação das terras diminuiu. Os índios da aldeia Laranjeira Nhanderú, localizada no município de Rio Brilhante, em Mato Grosso do Sul, foram despejados três vezes de suas terras por ordem da Justiça e ficaram um ano e sete meses na beira da estrada. Por vezes, pistoleiros precedem a chegada da Polícia Federal e da Funai, tocando fogo na aldeia.
Fábio Nassif
Maior número de indígenas assassinados no país. Essa é uma marca do estado do Mato Grosso do Sul, governado por André Puccinelli (PMDB). O último relatório do Cimi (Conselho Indigenista Missionário), de 2011, elenca além das mortes e tentativas de morte, “as expulsões de suas terras, a exploração, o envenenamento, a fome, a mortalidade infantil por desnutrição e doenças curáveis, as vítimas do alcoolismo, do racismo, da escravidão, do suicídio, tudo inserido num contexto de violência institucional e guerra”.
PROCURANDO UMA UNIVERSIDADE CARA? A PUC-SP É SIM SUA MELHOR ESCOLHA
Ah, a universidade… todo um mundo novo a se explorar, milhares e milhares de novas expectativas: novas amizades, novos aprendizados, festas e dentre outras tantas, de que a universidade nos forme enquanto pessoas melhores do que somos. Mas é aquela velha história, as coisas nunca são como esperamos. E aí nos desesperamos, ficamos em choque e sem saber o que fazer, certo? É nesse sentido que o movimento estudantil se propõe a trocar uma ideia com vocês que agora são estudantes da PUC-SP.
Sim, sim a universidade é o lugar para nos tornarmos pessoas que não engolem qualquer historinha que lhes contem, que não querem ser apenas mais um funcionário, feito sob medida para as escrivaninhas das grandes empresas, aqui estão pessoas que se propõe a refletir sobre o mundo que os cerca. Mas nem tudo é um mar de rosas. A PUC vem abandonando pouco a pouco sua história, perdendo todo esse potencial e se tornando apenas mais uma etapa em nossa vida para termos um diploma e uma “vida digna”. E cá entre nós, se o estudante perde o direito de ser um dos protagonistas nas decisões sobre os rumos da sua própria universidade, esta perde a sua própria razão de existência.
Panfleto do Rompendo Amarras (Barricadas e Domínio Público) para os calour@s da USP
Calour@, seja bem-vindo à Universidade de São Paulo. Nós, do Rompendo Amarras, somos estudantes dos coletivos Domínio Público e Barrricadas Abrem caminhos, militamos em defesa da educação pública. É sabido que as universidades de todo o Brasil enfrentam os mais diversos problemas e na USP não é diferente.
Entendemos que a educação não deve ser encarada como mercadoria, mas como um direito de toda a população. Sendo assim, não bastam universidades públicas, de qualidade e sem mensalidades com o ensino médio e básico precarizados como eles se encontram hoje em dia. Da mesma forma, não adianta entendermos uma universidade como pública somente pela ausência de mensalidades.Uma universidade pública deve ter função social (seu ensino e pesquisa devem estar voltados para as demandas da sociedade e não do mercado), deve estar em contato permanente com o restante sociedade (através da extensão universitária.



